
Quando uma mãe ou qualquer outra pessoa perde um filho ou um parente próximo em um assassinato eles sempre falam: eu só quero que faça justiça. Em outras palavras, o que elas dizem nada mais é do que desejar que os criminosos sofram dez vezes mais do que o seu ente querido. Se de fato, a aplicabilidade da justiça estivesse totalmente nas mãos dos homens com muita certeza, o mundo viraria um caos. Tudo seria motivo para matar, torturar, fazer guerras, destruir o bem alheio, etc.
Mas, Jesus vem com uma proposta diferente sobre a aplicabilidade da justiça na vida do homem. Para ser mais exato, as pessoas que ouviam o sermão sofriam a opressão política e militar do império romano e a abuso religiosa e legalista dos lideres judeus. Alem do mais, a desigualdade social e o preconceito em relação aos galileus, provocada pela inimizade entre o povo do norte e do sul (judeus e samaritanos) era muito forte e faziam com que estas pessoas desejassem fazer justiça com as próprias mãos. Eles desejavam a vingança.
Jesus, mais uma vez vai totalmente contrario a concepção de valores estabelecida pelos homens e define a justiça em outra perspectiva: a divina. Em primeiro lugar, quando ele usa apalavra justiça, Jesus faz referência à aplicação da justiça de Deus sobre os homens. Se fosse para Deus fazer justiça, ninguém se salvaria. Todos, sem exceção, estariam condenados e sentenciados a morte eterna por causa de seus pecados.
Mas a justiça de Deus foi imputada nos homens por meio do seu amor, da sua misericórdia e a sua imensurável graça. Isto é justiça. Deus foi extremamente justo. Ele foi mais do que isso. Ele agiu com complacência. Tomou a iniciativa de nos amar a nos tornar filhos da sua justiça.
Ai é que entra um segundo aspecto da justiça divina. Deus, ao sobrepor a sua graça especial nos seus eleitos, Ele os conduziu a viver outra proposta de valores e preceitos. Somente por intermédio de Jesus Cristo e através de Sua Palavra podemos encontrar estes verdadeiros preceitos. O salmista já disse uma certa vez:
A lei do SENHOR é perfeita e restaura a alma; o testemunho do SENHOR é fiel e dá sabedoria aos símplices. 8 Os preceitos do SENHOR são retos e alegram o coração; o mandamento do SENHOR é puro e ilumina os olhos. 9 O temor do SENHOR é límpido e permanece para sempre; os juízos do SENHOR são verdadeiros e todos igualmente, justos. 10 São mais desejáveis do que ouro, mais do que muito ouro depurado; e são mais doces do que o mel e o destilar dos favos. 11 Além disso, por eles se admoesta o teu servo; em os guardar, há grande recompensa (salmo 19: 7-11).
Em resumo, quem procura submissão aos valores divinos será uma pessoa feliz e realizada em sua vida. Os preceitos do Senhor não são meras leis que apenas servem para serem obedecidas, mas elas são o fundamento para uma vida bem sucedida e de grandes vitórias. A lei, para os justos, resulta em bênçãos e recompensa. Mas para os ímpios e loucos, tem o efeito catastrófico de condenar e sentenciá-los ao juízo de Deus.
Mas, não é simplesmente uma prática cotidiana ou rotineira destes preceitos. Jesus usa a expressão fome e sede de justiça. Estas duas palavras, no grego, são sinônimas de desespero por alguma coisa, de aspirar ou até mesmo uma ambição por viver esta justiça. Outro fator a ser destacado é que a fome e a sede nos fazem lembrar daquilo que é vital para a nossa sobrevivência. O alimento e a água.
Da mesma forma pode-se aplicar a justiça de Deus. Todos aqueles que verdadeiramente desejam a justiça divina, entendem claramente que os preceitos de Deus são como alimento para alimentar e fortalecer a sua alma. Termino esta reflexão fazendo uso das palavras do salmista que diz: As palavras dos meus lábios e o meditar do meu coração sejam agradáveis na tua presença, SENHOR, rocha minha e redentor meu! (salmo 19: 14).
Que de fato, possamos viver a justiça divina não motivada por vingança, mas por amor ao Senhor e os seus princípios. Que possamos viver a justiça de Deus entendendo que ela é necessária para alimentar a nossa comunhão, o nosso compromisso e a nossa convicção em Deus.
Mas, Jesus vem com uma proposta diferente sobre a aplicabilidade da justiça na vida do homem. Para ser mais exato, as pessoas que ouviam o sermão sofriam a opressão política e militar do império romano e a abuso religiosa e legalista dos lideres judeus. Alem do mais, a desigualdade social e o preconceito em relação aos galileus, provocada pela inimizade entre o povo do norte e do sul (judeus e samaritanos) era muito forte e faziam com que estas pessoas desejassem fazer justiça com as próprias mãos. Eles desejavam a vingança.
Jesus, mais uma vez vai totalmente contrario a concepção de valores estabelecida pelos homens e define a justiça em outra perspectiva: a divina. Em primeiro lugar, quando ele usa apalavra justiça, Jesus faz referência à aplicação da justiça de Deus sobre os homens. Se fosse para Deus fazer justiça, ninguém se salvaria. Todos, sem exceção, estariam condenados e sentenciados a morte eterna por causa de seus pecados.Mas a justiça de Deus foi imputada nos homens por meio do seu amor, da sua misericórdia e a sua imensurável graça. Isto é justiça. Deus foi extremamente justo. Ele foi mais do que isso. Ele agiu com complacência. Tomou a iniciativa de nos amar a nos tornar filhos da sua justiça.
Ai é que entra um segundo aspecto da justiça divina. Deus, ao sobrepor a sua graça especial nos seus eleitos, Ele os conduziu a viver outra proposta de valores e preceitos. Somente por intermédio de Jesus Cristo e através de Sua Palavra podemos encontrar estes verdadeiros preceitos. O salmista já disse uma certa vez:
A lei do SENHOR é perfeita e restaura a alma; o testemunho do SENHOR é fiel e dá sabedoria aos símplices. 8 Os preceitos do SENHOR são retos e alegram o coração; o mandamento do SENHOR é puro e ilumina os olhos. 9 O temor do SENHOR é límpido e permanece para sempre; os juízos do SENHOR são verdadeiros e todos igualmente, justos. 10 São mais desejáveis do que ouro, mais do que muito ouro depurado; e são mais doces do que o mel e o destilar dos favos. 11 Além disso, por eles se admoesta o teu servo; em os guardar, há grande recompensa (salmo 19: 7-11).
Em resumo, quem procura submissão aos valores divinos será uma pessoa feliz e realizada em sua vida. Os preceitos do Senhor não são meras leis que apenas servem para serem obedecidas, mas elas são o fundamento para uma vida bem sucedida e de grandes vitórias. A lei, para os justos, resulta em bênçãos e recompensa. Mas para os ímpios e loucos, tem o efeito catastrófico de condenar e sentenciá-los ao juízo de Deus.
Mas, não é simplesmente uma prática cotidiana ou rotineira destes preceitos. Jesus usa a expressão fome e sede de justiça. Estas duas palavras, no grego, são sinônimas de desespero por alguma coisa, de aspirar ou até mesmo uma ambição por viver esta justiça. Outro fator a ser destacado é que a fome e a sede nos fazem lembrar daquilo que é vital para a nossa sobrevivência. O alimento e a água.
Da mesma forma pode-se aplicar a justiça de Deus. Todos aqueles que verdadeiramente desejam a justiça divina, entendem claramente que os preceitos de Deus são como alimento para alimentar e fortalecer a sua alma. Termino esta reflexão fazendo uso das palavras do salmista que diz: As palavras dos meus lábios e o meditar do meu coração sejam agradáveis na tua presença, SENHOR, rocha minha e redentor meu! (salmo 19: 14).Que de fato, possamos viver a justiça divina não motivada por vingança, mas por amor ao Senhor e os seus princípios. Que possamos viver a justiça de Deus entendendo que ela é necessária para alimentar a nossa comunhão, o nosso compromisso e a nossa convicção em Deus.
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